Novidades no Conselho de Administração da CASAN

Felipe Boselli está entre os novos membros.
Publicado em 12 de Março de 2019

O advogado, Felipe Boselli, sócio do escritório Boselli & Loss Advogados Associados, está entre os novos membros do Conselho de Administração da CASAN que tomaram posse no último dia 22 de fevereiro. Boselli, que tem grande atuação na área de licitações, integra também o núcleo de direito público da OAB/SC e é o atual presidente da Comissão de Licitações e Contratos da entidade.

 

O Conselho de Administração da CASAN é composto por oito profissionais e tem uma atuação interna na empresa, como o controle e definição das principais estratégias. “É o Conselho que deverá traçar as linhas mestras da CASAN, além de ser responsável por aprovar regulamentações, grandes contratos e orçamentos. Nosso papel será de acompanhar todos os processos para garantir que o cidadão tenha um serviço de qualidade, lisura e transparência nas ações da empresa”, destaca Boselli.

 

Desde 2016 o Conselho, obrigatoriamente, passou a ser formado por profissionais técnicos e com credibilidade na área.

 

Confira a lista completa dos conselheiros:

Vladimir Arthur Fey

Alexandre Bach Trevisan

Décio Bacedo de Vargas

Felipe Boselli

Messias de Souza

Roberta Maas dos Anjos

Sabrina Weiss Raupp

José Eduardo Evangelista

Eleanora Cristina de Mello

 

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ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
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