Compliance

 

Compliance é a atividade de gestão de risco, com atenção especial ao cumprimento de políticas internas e da prática regulatória que disciplina a atividade da organização, constituindo uma atuação essencialmente preventiva, com previsão de medidas corretivas. Trata-se de mecanismo de prevenção e detecção de atos ilícitos e /ou contrários aos princípios da ética e integridade nos negócios ou aos requisitos legais aplicáveis. Em outros termos, é a inteligência corporativa preventiva visando a gestão eficiente de negócios e valores, por meio de controles e investigações.

 

A organização que implementa a solução tende a realizar um investimento em gerenciamento de riscos de conformidade e resposta integrada, reduzindo as chances de surgirem problemas que possam resultar em diminuição de receita e prejuízos inesperados, além de proteger a reputação da empresa, de seus administradores, sócios e diretores. 

 

Os benefícios de um programa de Compliance juridicamente eficaz e administrativamente eficiente extrapolam os limites da organização, porquanto proporcionam aos integrantes o papel de multiplicadores dos conceitos e das ferramentas nos seus núcleos sociais e na sociedade, garantindo o combate à corrupção e à postura antiética em suas mais íntimas concepções.

 
Comprometidos com a importância do compliance no cenário jurídico-econômico atual, demonstramos nosso apoio e interesse em relação ao programa implementado em nosso escritório, consubstanciado em nosso manual de conduta e boas práticas, que pode ser encontrado aqui.
 
Caso tenha conhecimento acerca de alguma prática que viole o manual do Escritório Boselli e Loss, você pode fazer uma representação ("denúncia"), inclusive de forma anônima (basta preencher o "assunto" e narrar os fatos, sem preencher os campos de nome, e-mail e telefone), clicando aqui.

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ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
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