15/11/2020 - Escola da Transparência será inaugurada na sexta
Notícia de licitação
 

O Paraná

 

Cascavel – A Escola Municipal da Transparência será inaugurada em Cascavel na próxima sexta-feira (20). A unidade fica no Loteamento Florais do Paraná, no Bairro Floresta, zona norte, e recebeu esse nome porque a fachada foi criada para incorporar o conceito da “transparência”, composta por pele de vidro, proporcionando visão total dos ambientes internos.

 

Segundo a secretária de Educação, Márcia Aparecida Baldini, o nome também tem alusão à construção no terreno de 4.093 metros quadrados é resultado do dinheiro economizado em licitações do uniforme escolar. Foram investidos R$ 6.989.394,17.

 

“A Escola da Transparência tem um significado muito importante porque representa a eficiência da gestão pública. Acompanhamos as licitações ano a ano. Elaboramos o projeto de uma escola moderna, com o objetivo de ser referência em sustentabilidade”, explicou a secretária.

 

A cobertura da unidade possui placas da captação fotovoltaica, que convertem a luz do sol em energia elétrica, e possui uma cisterna para reaproveitamento das águas das chuvas. A estrutura conta com passarelas, refeitório, depósito para materiais de limpeza, ginásio poliesportivo, com vestiários, banheiros, almoxarifado e arquibancadas, estacionamento e de horta para a realização de atividades pedagógicas. “Será uma instituição-modelo. É a primeira escola na região norte da cidade que atenderá todos os alunos do ensino regular e de pré-escola em tempo integral”, acrescenta Márcia.

 

As crianças da Escola da Transparência vão ter à disposição salas de múltiplo uso infantil e fundamental, de reforço, biblioteca, laboratório de ciências, informática, auditório e área administrativa.

 

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ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
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