01/09/2018 - Leilão da Aneel contrata 62 projetos de geração de energia
Notícia de licitações
 

G1

 

Foi fechada a contratação de 11 projetos hidrelétricos, 48 usinas eólicas, duas térmicas a biomassa e uma usina a gás natural, que devem demandar investimentos de R$ 7,68 bilhões.

 

O leilão de energia A-6 realizado pelo governo federal nesta sexta-feira (31) fechou a contratação de 62 empreendimentos de geração. Ao todo, os projetos que foram negociados totalizam 1.228,6 MW médios de garantia física e as usinas deverão iniciar o fornecimento de energia elétrica a partir de 1º de janeiro de 2024.

 

O certame contratou 11 projetos hidrelétricos, 48 usinas eólicas, duas térmicas a biomassa e uma usina a gás natural, que devem demandar investimentos de R$ 7,68 bilhões.

 

Segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, o leilão movimentou ao todo R$ 23,6 bilhões em contratos. O preço médio ao final das negociações foi de R$ 140,87 por MWh, com deságio de 46,89% em relação aos preços-tetos estabelecidos, representando uma economia de R$ 20,9 bilhões para os consumidores de energia.

 

O leilão chegou a ser suspenso, mas o Superior Tribunal de Justiça (STJ) derrubou no final da tarde de sexta-feira decisão liminar (provisória) e autorizou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a fazer o certame.

 

Entre os vencedores do certame, que negociou usinas para entrada em operação em 2024, aparecem elétricas como a CPFL Renováveis, com uma pequena hidrelétrica de 28 megawatts, a EDP Renováveis, com 11 usinas eólicas que somam 429 megawatts, e a Eneva, com uma termelétrica de 363 megawatts, destaca a agência Reuters.

 

Com 27 projetos contratados, RN lidera leilão nacional de energia eólica

 

No total, sagraram-se vencedores na licitação projetos eólicos com capacidade de 1,25 gigawatt, enquanto as hidrelétricas somaram 457,8 megawatts e as usinas à biomassa representaram 28,5 megawatts.

 

Entre térmicas a gás, apenas o empreendimento da Eneva venceu, e não houve contratação de plantas a carvão.

 

As eólicas deverão receber investimento de R$ 5,8 bilhões, seguidas pela térmica a gás da Eneva, com aporte estimado de R$ 1,09 bilhão, e as hidrelétricas, com R$ 712,5 milhões. Os projetos à biomassa deverão receber cerca de R$ 48 milhões, segundo a Reuters.

 

As usinas mais baratas do leilão foram as eólicas, que chegaram a negociar energia a R$ 79 por megawatt-hora, um deságio de 65,2% ante o preço-teto definido para a fonte no certame, de R$ 227,

 

O valor ficou abaixo do registrado no último leilão A-6, em dezembro passado, que chegou a R$ 97 reais, e se aproximou do recorde histórico das licitações, de R$ 67,60, no leilão A-4 de abril.

 

Participaram do certame, como compradoras da energia, 19 concessionárias de distribuição com destaque para a Ceron (21,4% do total negociado), Cemig (16,48% do total) e Celpe (10,1% do total negociado).

 

Os contratos são de 30 anos para as usinas hidrelétricas e de 20 anos para as usinas eólicas, ambos na modalidade por quantidade. Já por disponibilidade, os contratos são de 25 anos para os projetos térmicos.

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ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
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