26/02/2021 - Ministério Público deflagra operação para apurar desvio de recursos e utilização de "laranjas" em contratos da Prefeitura de Varjota
Notícia de licitação
  

O Povo

 

Ao todo, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão contra empresários, engenheiro e agentes públicos investigados por crimes de fraude em licitações, peculato, falsidade ideológica e associação criminosa

 

O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 25, a “Operação Parlador”, que investiga fraude e utilização de laranjas em contratos de coleta de lixo na Prefeitura de Varjota. Segundo o órgão, a Operação cumpre mandados nas cidades de Fortaleza, Varjota, Tamboril, Ibicuitinga e Nova Russas.

 

Ao todo, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão contra empresários, engenheiro e agentes públicos investigados por crimes de fraude em licitações, peculato, falsidade ideológica e associação criminosa. O MPCE informou ainda que a Justiça determinou o afastamento de três agentes públicos.

 

O grupo é suspeito de constituir empresa em nome de um laranja para direcionar licitação de coleta de lixo na cidade de Varjota e superfaturar os pagamentos.

 

“A investigação constatou que um dos suspeitos, que trabalha como vigilante, teria faturado mais de R$ 10 milhões em contratos do Município entre 2016 e 2020, não tendo demonstrado capacidade financeira compatível com o recebimento dos recursos”, destaca o MPCE em nota.

 

Um segundo investigado foi assassinado em 2020, em circunstâncias que estão sendo apuradas pela Polícia Civil. O MPCE ressaltou que a apuração segue e que outras fases da operação podem ser deflagradas.

 

O POVO Online tentou contatar a Prefeitura de Varjota, por meio de telefones disponibilizados no site do órgão, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.

Análise da página "miiiiiniiiiisttttteriiioo"   

Avaliação: 0 de 10 | Comentários: 25 | Número de avaliações: 49
 
 
 

 
Contato
 
  (48) 98836-3254
  (48) 3364-8666
  (48) 3028-9667
Av. Pref. Osmar Cunha, 416, Sala 11.05, Centro, Florianópolis/SC, CEP 88015-100
Encontre-nos
 
ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
 
Home   •   Topo   •   Sitemap
© Todos os direitos reservados.
 
Principal   Equipe   Missão e Valores   Imprensa