29/12/2019 - PM que atuava no combate à corrupção é preso recebendo propina em Curitiba
Notícia de licitação
 

Tribuna do Paraná

 

Um capitão da Polícia Militar (PM) que atuava no Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em Foz do Iguaçu foi preso em flagrante sábado (28) em Curitiba por supostamente exigir pagamento de R$ 100 mil para não prender um empresário. O flagrante foi no estacionamento de um shopping, no bairro Campina do Siqueira, na capital, quando o PM recebeu o dinheiro dentro de seu carro.

 

A prisão foi feita pelo próprio Gaeco, força-tarefa do Ministério Público com as polícias Civil e Militar. Órgãos de inteligência do estado alertaram o Gaeco de que um policial militar havia procurado um empresário para acobertar investigação relacionada a uma licitação. O grupo chegou ao empresário, que confirmou ter sido abordado por um capitão do próprio Gaeco no fim de novembro. Nem o empresário vítima de extorsão e nem a empresa de sua propriedade são investigados.

 

Pelas mensagens no celular da vítima, os investigadores do Gaeco confirmaram que a primeira parte do pagamento dos R$ 100 mil seria feita em Curitiba. O oficial e a vítima combinaram o primeiro pagamento no valor de R$ 30 mil. Para fazer o flagrante, o empresário entregou ao policial cerca de R$ 20 mil com todas as cédulas marcadas e fotocopiadas previamente.

 

Prisão

 

Após a entrega do dinheiro, feita dentro do carro do policial, a equipe do Gaeco deu voz de prisão ao oficial. Na revista, os investigadores encontraram as cédulas que eram dos mesmos números de série que haviam sido fotocopiadas.

 

O PM foi levado para a cela do Gaeco, no bairro Ahú, onde teria tentado o suicídio usando a camiseta para se enforcar. Na sequência, ele foi transferido para a prisão do quartel-geral da PM, no Centro de Curitiba, após ser lavrado auto de prisão em flagrante na Corregedoria da Polícia Militar. Foi aberto inquérito policial militar na Vara de Auditoria da Justiça Militar.

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ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
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