27/07/2018 - Prefeitura de Santos lança aplicativo para acesso a editais de licitações
Notícia de licitações
 

G1 Santos

 

LicitaSantos Fácil roda em smartphones e permite acesso a editais de compras e serviços lançados pela administração.

 

Aplicativo foi lançado durante cerimônia na Prefeitura de Santos, SP (Foto: Isabel Carrari/Prefeitura de Santos)

 

A Prefeitura de Santos, no litoral de São Paulo, lançou nesta quinta-feira (26) o LicitaSantos Fácil, aplicativo para smartphones que promete facilitar o acesso dos empreendedores aos editais de licitação para compras e serviços lançados pela administração.

 

O lançamento da ferramenta aconteceu durante cerimônia no Paço Municipal, na manhã desta quinta-feira. Criado pelo Departamento de Gestão de Tecnologia e Informação (Detic) da prefeitura, o aplicativo roda em aparelhos com sistema Android e, em breve, terá versão para a plataforma iOS.

 

Nele, empresários podem se inscrever e escolher as áreas sobre as quais querem receber notificações. Também é possível salvar os processos licitatórios que mais interessam, além de disponibilizar ferramentas de busca, com filtros por palavras e datas. Informações sobre o Registro Cadastral da prefeitura também estarão disponíveis.

 

A iniciativa nasceu após a administração santista observar o crescimento de empresas da cidade vencedoras das concorrências promovidas pelo município. Desde 2013, quando iniciativas do gênero começaram a ser implantadas, o número de empresas santistas vencedoras saltou de 13% para 31,4%.

 

Durante a cerimônia, também foi assinado um protocolo de intenções entre a prefeitura e o Sebrae-SP, com opções de consulta, curso e treinamento que visam capacitar empreendedores para a participação em concorrências públicas.

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ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
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