21/06/2020 - Prefeitura assume concessionária de ônibus CSN após quebra de acordo
Notícia de licitação
 

Correio

 

Rodoviários disseram que a empresa vinha descumprindo o acordo coletivo assinado com a categoria

 

A prefeitura de Salvador vai assumir o comando da Concessionária Salvador Norte (CSN) responsável pelas linhas de ônibus da Estação Mussurunga e da Orla da capital baiana. Segundo o município, a decisão tomada neste sábado (20) é para preservar os 4 mil empregos da empresa e garantir a manutenção do transporte coletivo, considerado serviço essencial à população. A CSN pediu intervenção através de uma ação judicial.

 

O presidente em exercício do Sindicato dos Rodoviários, Fábio Primo, afirmou que a paralisação que estava programada para acontecer neste domingo (21) foi suspensa. “Por conta da intervenção da prefeitura não haverá mais paralisação. Eram 4 mil trabalhadores que estavam aguardando por uma decisão”, afirmou.

 

Em documento enviado à Semob (Secretaria de Mobilidade) e à Integra (Associação das Empresas de Transporte de Salvador), os rodoviários informaram que a CSN, de forma reiterada, vinha descumprindo o acordo coletivo assinado com a categoria, além de atrasar constantemente o adiantamento salarial e o tíquete alimentação.

 

A medida adotada pela gestão municipal foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Município (DOM) deste sábado. Em nota, o Secretário de Mobilidade, Fábio Mota disse que a decisão da Prefeitura tem um significado ainda maior em meio à pandemia provocada pelo coronavírus.

 

“A população que precisa sair para trabalhar, ir ao supermercado e comprar remédios, por exemplo, não pode ser prejudicada. Se houvesse a paralisação, milhares de pessoas teriam de enfrentar muitos problemas. A intervenção foi, de fato, a melhor solução para colocar um ponto final no impasse que ameaçava o emprego dos rodoviários”, disse Fabio Mota.

 

A CNS venceu a licitação de 2014 para operara o transporte público em Salvador e ficou responsável por operar 100% na Estação Mussurunga e a Orla.  Inicialmente, com 115 linhas e frota de 700 ônibus.

Análise da página "preffffiiiittac"   

Avaliação: 0 de 10 | Comentários: 15 | Número de avaliações: 29
 
 
 

 
Contato
 
  (48) 98836-3254
  (48) 3364-8666
  (48) 3028-9667
Av. Pref. Osmar Cunha, 416, Sala 11.05, Centro, Florianópolis/SC, CEP 88015-100
Encontre-nos
 
ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
Home   •   Topo   •   Sitemap
© Todos os direitos reservados.
 
Principal   Equipe   Missão e Valores   Imprensa