QUEM SOMOS
 
O escritório Boselli & Loss Advogados Associados foi imaginado, gestado e criado pelos sócios Felipe Boselli e Vinícius Loss com o propósito de prestar assessoria jurídica qualificada, eficiente e célere em um dos mais belos cenários do Brasil, na "Ilha da Magia", a bela e formosa Florianópolis.
 
É o resultado da união dos escritórios Boselli Advocacia Empresarial e Loss & Advogados Associados. E essa união foi forjada para que a nossa prestação jurídica possa ser ainda mais qualificada do que já era quando atuávamos isoladamente. Antes éramos únicos em nossos escritórios e agora somos diversos profissionais altamente qualificados em suas respectivas áreas de atuação.
 
Embora inaugurado em junho de 2017, o escritório conta com profissionais que atuam há mais de 14 anos na área jurídica.
 
O sócio Felipe Boselli (à esquerda), desde a faculdade, e ainda como estagiário, passou a atuar exclusivamente com licitações, concluiu pós-graduações e mestrado na área. Dá cursos e palestras sobre o tema de forma corriqueira. Atualmente, é doutorando pela UFSC, também na mesma área.
 
O sócio Vinícius Loss (à direita), também desde a primeira fase do curso de Direito, em 2003, passou a atuar como estagiário em escritório de advocacia (CEAG, 2003-2005). Após, estagiou na Justiça Federal de Santa Catarina (2005-2007), quando assumiu vaga galgada por meio de concurso no Ministério Público Federal (2007-2009). Pediu para sair do serviço público e passou a advogar, em escritório próprio. Especializou-se por pós-graduações na área de Tributário e já atua com a matéria desde 2010.
 
Feitas as introduções, este site é uma ferramenta para aumentar o contato com os clientes e disponibilizar novos canais de comunicação, sobretudo para veicular idéias, notícias e publicizar as mazelas do mundo jurídico.
 
A despeito deste nosso endereço eletrônico e a necessária interação virtual, como de costume, e como todo bom advogado, nossa equipe está sempre disposta a receber sua visita pessoal, para tomar um bom café e travar uma boa conversa.

Análise da página "quem-somos"   

Avaliação: 5 de 10 | Comentários: 10 | Número de avaliações: 20
 
 
 

 
Contato
 
  (48) 99184-1375
  (48) 3364-8666
  (48) 3028-9667
Av. Pref. Osmar Cunha, 416, Sala 11.05, Centro, Florianópolis/SC, CEP 88015-100
Encontre-nos
 
ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
Home   •   Topo   •   Sitemap
© Todos os direitos reservados.
 
Principal   Equipe   Missão e Valores   Imprensa