08/08/2019 - Sinfra fará licitação emergencial para reparar balsa interditada pela Marinha em Mato Grosso
Notícia de licitação
 

Só Notícias

 

A secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística do Estado (Sinfra) confirmou, ao Só Notícias, que já iniciou um levantamento das condições do modal para realização de uma licitação emergencial visando o reparo da balsa “Estradeiro I” e o rebocador “Estradeiro II” que foram interditadas pela Agência Fluvial da Marinha do Brasil e estão impedidas de fazer a travessia de carros, carretas e caminhões na MT-322, sobre o rio Xingu, na região de São Félix do Araguaia (1.158 quilômetros de Cuiabá) desde ontem.

 

“Para dar uma solução à situação e regularizar a travesseia de carros, carretas e caminhões no prolongamento da MT-322, sobre o rio Xingu, a Sinfra, por meio da Adjunta de Concessões e Logística (Saloc) fará uma licitação emergencial visando o reparo da balsa. A decisão de interdição acontece dois meses após a realização de reunião, na sede da Sinfra, com cerca de 20 lideranças indígenas da etnia Kayapó, que se comprometeram a manter a operação do equipamento com horários regulares, preços fixos e em condições de segurança”.

 

Ainda de acordo com a secretaria, a embarcação era operada pelos kayapó, apesar de ser do governo do Estado, está localizada a 42 quilômetros do município São José do Xingú na reserva indígena “Capot Jarina”, dentro do Parque Nacional do Xingu, no prolongamento da MT-322, que é responsabilidade do governo estadual.

 

Conforme Só Notícias já informou, a Marinha apontou que as embarcações encontravam-se operando sem documentos e certificados exigidos pela lei. Assim como não apresentarem condições seguras para navegação e a salvaguarda da vida humana.

 

O trabalho desempenhado pela Marinha tem como objetivo garantir a salvaguarda de vidas, tanto de quem trabalha, quanto de quem utiliza os serviços de transporte de veículos e passageiros ao evitar sua perda em acidentes provocados por falhas nos procedimentos de segurança na navegação.

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ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
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