24/08/2020 - Capital sul mato grossense recebe R$ 1,3 bi em investimentos
Notícia de licitação
 

Capital News
Laryssa Maier

 

Foram investidos R$ 1,3 bilhão na capital sul mato grossense, em obras estruturantes, ampliação dos serviços em saúde pública, entretenimento e lazer,  moradias, segurança e escolas. Os investimento é fruto de uma parceria do Governo do estado com a prefeitura.

 

De acordo com o Governador Reinaldo Azambuja, “O nosso governo soube construir condições para levar investimentos a todo o Estado, nas áreas da segurança, infraestrutura, saúde e educação, mesmo em situações extremas, como essa pandemia. Em Campo Grande não foi diferente”. Concluímos obras iniciadas há muitos anos e resolvemos problemas crônicos. Isso faz parte de uma gestão moderna, em sintonia com os municípios, e que olha o cidadão”.

 

Uma dentre essas obras, foi a transformação da 14 de Julho, o qual se tornou símbolo da Capital, em infraestrutura urbana, por meio da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), os investimentos somam R$ 207 milhões. No volume de obras, destacam-se a pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais do populoso Bairro Aero Rancho, colocando fim a um drama vivenciado pelos moradores há anos. O Estado já executou R$ 7,2 milhões. A segunda etapa das intervenções terá R$ 11,1 milhões, em processo de licitação.

 

De acordo com assessoria a restauração e ampliação da Avenida Euler de Azevedo, um dos troncos de integração viária da cidade, proporcionou novo reordenamento do fluxo de veículos – obra de R$ 17,5 milhões. A Agesul concluiu a licitação da recuperação e reconstrução do pavimento da Avenida Mato Grosso – entre a Calógeras e a Ceará, totalizando 2,9 km -, orçada em R$ 4,5 milhões. Na mesma avenida, o Estado implantou a rotatória no cruzamento com a Via Parque.

 

Outra multivia que vem merecendo atenção é a Avenida Ernesto Geisel, onde a parceria com a prefeitura garante intervenções contra enchentes do Rio Anhanduí. O Estado também encampou a revitalização da Avenida Bandeirantes e, através de convênio, repassará R$ 34,9 milhões ao município para implantação de novo acesso às Moreninhas. Os investimentos viários nos parques industriais Indubrasil e Miguel Letteriello somam R$ 8,2 milhões.

 

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ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
 
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